A noite passada foi incrÃvel. Finalmente consegui colocar a Rose na minha cama de novo, onde ela pertence. Ela estava tão linda quanto eu me lembrava, se não mais. Os sons que ela fazia enquanto movia o corpo me deixaram tão envolvido nela. Meu pau se contraiu só de pensar nisso de novo.
Ela tinha me criticado ontem à noite por tentar dançar com ela quando achou que eu tinha um encontro, mas parecia que ela estava em um relacionamento, ou pelo menos foi o que pensei quando atendi o telefone. Eu queria estragar tudo e torná-la só minha. Eu não esperava ouvir que o babaca a tinha traÃdo. Quem seria estúpido o suficiente para fazer uma coisa dessas com uma mulher como ela?
Eu queria mantê-la aqui comigo, mas tive que vê-la partir. Queria passar a manhã com ela, tomá-la como meu café da manhã. Mais uma vez, ela saiu às pressas, como se passar algum tempo comigo fosse pedir demais. Eu estava ali para agradá-la e nada mais. Senti meu estômago embrulhar quando ela olhou para mim enquanto respondia a Leo.
Vamos fingir que isso nunca aconteceu.
Essas palavras também foram dirigidas a mim? Como posso fingir que nada aconteceu se é tudo em que consigo pensar?
"Por que você queria que eu ficasse longe dela?", perguntei a Leo, precisando redirecionar meu cérebro.
"Eu esperava ter uma chance." Ele deu de ombros. Eu percebi que ele estava se sentindo mal por causa disso. Provavelmente foi uma atitude idiota da minha parte roubar a Rose dele ontem à noite, mas não consegui evitar. Ela me deixa louco. Eu esperava que dormir com ela mais uma vez a tirasse do meu sistema, mas de alguma forma, isso a colocou ainda mais fundo.
â Desculpa, Leo. Detesto parecer criança, mas eu a vi primeiro. â Pisquei para ele, fazendo-o me dar um sorrisinho. Empurrei seu ombro com o meu, quase o fazendo cair. â Vamos tomar café da manhã naquele cafézinho que você tanto gosta. Talvez seu barista favorito esteja trabalhando. â Ergui as sobrancelhas para ele. Ele sempre foi tÃmido quando se tratava de dar em cima de uma garota. Quando ele toma coragem, outra pessoa já a conquistou. Leo é um cara legal, só precisa de um pouco mais de confiança.
â Ã, tá bom. â Ele suspirou. â Ele vai ficar insuportável hoje com essa tristeza.
'Deixe-me me trocar e depois podemos pegar o carro.'
Talvez ela ainda esteja lá fora.
Vesti-me à s pressas e arrastei Leo para fora do apartamento, na esperança de dar uma última olhada na minha Rose. Era tarde demais. Ela tinha sumido de novo. Gostaria de ter conseguido o número dela, mas talvez seja melhor não ter feito isso. Essa garota é uma má notÃcia para mim.
"Bom dia. O que vocês dois querem?" O barista nos cumprimentou quando nos aproximamos do balcão. Dei uma cotovelada em Leo, tentando fazê-lo dizer algo à moça. Ela nos lançou um sorriso, seus olhos azuis me fitando. Raramente entro na fila. Normalmente, encontro Leo aqui e ele já pediu meu café. Leo se inclinou para frente, deslumbrando-a com seu sorriso chamativo.
"Oi, Carly. Pode nos trazer dois cafés pretos, por favor?" Carly desviou o olhar de mim e sorriu de volta para Leo.
"Claro. Você pode me dizer seu nome?", ela me perguntou enquanto escrevia o nome de Leo, já o tendo memorizado.
âLuke.â Eu disse a ela o nome que prefiro que as pessoas me chamem.
"Entendido. Eles estarão prontos em breve."
Para evitar a sensação de que estava tentando ofuscá-lo, deixei Leo pagar o café, mesmo sabendo que eu mesma poderia ter feito isso. Sentei-me à mesa e observei Leo esperar no balcão por nossas bebidas. Para não prejudicar as chances de Leo, fiquei longe para não atrapalhar. Espero que ele tenha coragem de abrir a boca e dizer algo a ela.
"Aqui." Ele empurrou a xÃcara de café em minhas mãos, quase fazendo com que ela espirrasse em mim. Ele parecia irritado.
"O que aconteceu?", perguntei, um pouco irritada com a sua reação. Ele zombou, emburrado na cadeira. Olhei para a minha xÃcara e vi meu nome, mas ao lado havia um número de telefone com um bilhete.
Me ligue. -Carly
"Merda, cara. Juro que não fiz nada." Balancei a cabeça.
â Eu sei que não. à isso que é tão irritante. Você não precisa fazer nada para conquistar uma garota. â Ele suspirou, afundando ainda mais na cadeira. Ele estava de mau humor agora, e eu sei que não vai passar tão cedo.
"Desculpe, não posso fazer nada." Dei de ombros, agradecido pela cafeÃna que agora percorria meu organismo.
"Ã, tanto faz." Vi um vislumbre de cabelo ruivo passar por nós, chamando minha atenção instantaneamente. A garota se virou lentamente, me deixando decepcionada quando percebi que não era a minha Rose. Não acredito o quanto eu queria vê-la de novo. Faz menos de uma hora, mas parecem dias.
â Você está muito mal. â Leo deu um sorriso irônico.
"O quê?" Voltei a me concentrar nele.
"Você esperava que ela fosse Olive." Ele apontou para a ruiva.
"Olive?" Franzi uma sobrancelha.
"Cara, a garota com quem você estava esta manhã."
Olive. Sorri, adorando o fato de agora saber seu nome verdadeiro.
"Ela é a Rose para mim." Dei um sorriso irônico, tomando outro gole do meu café. Leo revirou os olhos, ainda de péssimo humor. Meu celular vibrou no bolso e, mesmo sabendo que ela não tem meu número, de alguma forma espero que tenha sido ela.
Lisa: E então?
Não, apenas a irmã chata.
Lucas: Bem, o quê?
Lisa: Olá? Ruiva, cheia de energia, linda, perfeita para você. Isso te lembra alguma coisa?
Revirei os olhos, lendo a mensagem. Não sei o que ela está esperando.
Lucas: E ela?
Lisa: Você é tão irritante. O que aconteceu? Ela ainda está com você?
Lucas: Ela saiu hoje de manhã. O Leo chegou.
Lisa: Quando você a verá novamente?
à uma pergunta que me faço. Quero vê-la de novo, mas não sei como. Ontem à noite, o universo alinhou as coisas perfeitamente para nós dois. Duvido que aconteça de novo. Esta era minha única chance de ir mais longe do que da última vez, mas estou no mesmo barco. Ela na minha mente, mas não nos meus braços.
Lucas: Não faço ideia. Espero que em breve.
Lisa me incomodou por mais um tempo, mas acabei ignorando suas milhões e uma perguntas, algumas das quais eu nem queria me fazer. Leo ficou de beicinho por um tempo até eu perceber que ele era a chave para rever minha Rose. Mas como faço para que ele me ajude quando está de mau humor?
â Vou indo. Vou me encontrar com os caras para trabalhar num projeto idiota em grupo. â Leo revirou os olhos.
"Quer que eu vá ajudar?", ofereci-me, sentindo-me mal por ele, mas também na esperança de encontrar Rose.
"Você quer vê-la de novo?" Ele balançou a cabeça.
â Não, eu quero ajudar. Prometo que não vou sair do seu lado. Vou até treinar minha bexiga para funcionar quando você for embora. â Ele deu um sorriso irônico quando pisquei para ele.
"Tudo bem, cara, mas é melhor você ajudar."
"Sim, sim, capitão." Eu não ia ao campus desde que me formei na primavera. Eu deveria ter imaginado que ela estudava na Columbia. Ela deve ser tão inteligente quanto sexy. O que será que ela está estudando? Meu telefone tocou quando estávamos entrando no carro. Atendi pelo sistema do carro, cometendo o erro de não olhar o identificador da coleira antes.
"Lucas?", a voz do meu pai ecoava ao meu redor.
"Ei, pai." Fiz uma careta para o Lucas, fazendo-o sorrir e balançar a cabeça em desaprovação. "O que você precisa?" Papai só liga quando precisa de algo meu. Nunca é para um bate-papo amigável ou mesmo para dar uma olhada.
"Preciso que você e sua irmã venham jantar em casa hoje à noite. Tenho uma reunião com a famÃlia Camilo. Eles vão trazer a filha deles, que tem mais ou menos a sua idade. Preciso que você a mantenha feliz enquanto eu convenço o pai dela a fechar um negócio."
Aà está. O grande favor.
"Sério, pai, eu odeio quando você faz essa merda. Não estou a fim de entreter uma garota qualquer." Revirei os olhos, entrando na rodovia interestadual.
"Não me venha com essa, Lucas Alexander!", ele me repreendeu. "Eu sei de muitas garotas que você leva para o apartamento em que te deixei morar. Não estou pedindo para você dormir com ela. Só a mantenha longe da gente até eu fechar o negócio." Agarrei o volante com força, mostrando a parte branca dos nós dos dedos.
"O acordo é que você venha quando eu precisar, e eu não vou levar adiante o casamento arranjado que organizei para sua irmã", ele me lembrou, o que só fez meu sangue ferver.
"Sim, entendi. Te vejo lá." Desliguei antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa. Meu punho bateu no volante, fazendo a buzina soar, mas não pareceu o suficiente.
"A Lisa sabe?", perguntou Leo, sem saber do acordo que eu tinha feito com meu pai antes do telefonema.
â Claro que não. Nem ouse contar a ela â eu fervi.
"Não vou", ele prometeu.
"Vou te deixar em casa e ir para a academia. Preciso bater um papo em algo que não é meu carro."
"Compreensivelmente. Se precisar de mim, me avise."
Fiquei grata por ter o Leo. Podemos ter 5 anos de diferença de idade, mas ele era o meu amigo mais próximo. Ele me conhecia melhor e era a pessoa mais leal que eu conhecia. Acenei com a cabeça para ele. Depois de deixá-lo na escola, fui para a academia do campus. Eles têm ótimos sacos de pancada nos fundos, que ninguém usa. Peguei a carteirinha de estudante do Leo para entrar.
Não havia muita gente aqui tão cedo num sábado, o que me permitiu identificar facilmente seu lindo cabelo ruivo preso num coque. Ela estava socando e chutando uma sacola com nada além de um top esportivo e uma calça de ioga. Ela é muito sexy.
Está na hora de pegar o número dela.
Ponto de vista de Olive
Eu finalmente tinha me acalmado da raiva que me atormentava naquela manhã. Agora eu estava batendo no saco à minha frente para tirar o Lucas da cabeça. Mesmo que ele tenha me deixado furiosa naquela manhã com sua façanha idiota, eu não conseguia tirá-lo da cabeça. Eu ficava imaginando aqueles olhos castanhos intensos me encarando.
Devo estar sob algum feitiço, porque juro que consigo sentir o cheiro da colônia dele agora mesmo. Era quase como se ele estivesse aqui. Senti que alguém estava me observando, mas me recusei a ver quem era. Ir à academia e ver caras lá que só queriam flertar com as garotas me deixava tão bravo que eu não permitia que ninguém falasse comigo. Vi uma figura pelo canto do olho se aproximar de mim. Eles agarraram a sacola por trás, segurando-a firme para mim. Colocando toda a minha força nisso, dei um soco na sacola com a intenção de que eles pudessem sentir o poder por trás dela através da sacola. Não pedi para eles segurarem. Eu estava indo bem sozinho.
"Droga, Rose. Eu não sabia que você socava tão forte." Sua voz interrompeu meu próximo soco no ar. Inclinei-me para o lado para olhar ao redor do saco, encontrando aqueles olhos castanhos me encarando.
"O que você está fazendo aqui?" Como ele entrou aqui? Ele também estuda aqui e eu só o estou vendo agora? Como é possÃvel que eu continue encontrando ele do nada?
"Eu precisava desabafar, mas nunca imaginei que você estaria aqui fazendo o mesmo", explicou ele com um meio sorriso. Maldito seja você e sua aparência divina.
'Segurar a sacola não é a maneira de extravasar sua raiva.'
â Minha raiva desapareceu no momento em que te vi, Olive. â Ele piscou para mim, usando meu nome verdadeiro pela primeira vez. Meu nome nunca soou melhor do que quando saiu dos seus lábios.
"Olive, hein?" Arqueei uma sobrancelha. Ele assentiu com um sorriso brincalhão nos lábios.
"Eu gosto, mas acho que você sempre será minha Rose." Meu corpo queria se aproximar dele, sentir seu calor perto de mim novamente. Meu cérebro, por outro lado, gritava sobre como seria uma ideia terrÃvel. Isso me deixou paralisada.
"Eu não sou sua", eu finalmente disse abruptamente.
"Você é só minha." Ele me deu um sorriso arrogante, me fazendo socar o saco com toda a força. Ele teve que dar um passo para trás, para se proteger da força.
"Não sou de ninguém", respondi bruscamente, tirando a fita adesiva das mãos enquanto me afastava. Eu só queria ficar furiosa com a declaração dele. No entanto, estaria mentindo se dissesse que suas palavras não me deram frio na barriga. Essas palavras não deveriam me fazer feliz, mas fizeram. Eu queria ser dele, mas é cedo demais para estar com outra pessoa. Julius e eu estávamos em um relacionamento há mais de um ano. Preciso de mais tempo para me curar, para me conhecer novamente. Não posso me jogar em outro relacionamento, não importa o quão sexy o cara seja.
"Rose, seja minha. Pelo menos por esta noite?", ele sussurrou no meu ouvido atrás de mim. Ele me alcançou facilmente com suas pernas longas.
"Não estou no clima, galera." Continuei andando. Sua mão apertou meu pulso, e senti seus dedos calejados quando ele me virou para encará-lo. Ele roçou suavemente os nós dos dedos na minha bochecha, e a sensação me arrepiou. Ele me olhou com tanta intensidade que pensei que fosse implodir.
"Por favor, eu quero te levar para sair. Você não precisa fazer mais nada comigo", ele sussurrou, inclinando-se mais perto do meu rosto. Eu conseguia respirar o ar enquanto ele expirava. Engoli em seco, tentando desesperadamente me conter.
"Para onde?", perguntei, com olhar atento. Não quero que ele saiba que eu não me importaria de passar mais uma noite no paraÃso que ele me proporciona.
"Para o jantar. Deixe-me alimentá-la, e depois você decide o que faremos depois. Se você disser para te levar para casa e te deixar em paz, eu vou", ele prometeu. O encarei por um tempo, pensando em sua oferta por alguns segundos. Apesar de saber que deveria dizer não, a palavra se recusou a sair da minha boca. Eu sabia que deveria ir embora e fazer o meu melhor para ficar longe dele, mas não consegui me obrigar a fazer isso.
"Tudo bem", foi o que realmente saiu da minha boca. Ele me deu o sorriso mais lindo, fazendo meu coração literalmente disparar.
"Me dá seu telefone, Rose." Ele estendeu a mão. Franzi as sobrancelhas por um momento. "Você precisa do meu número."
Tirei meu celular do bolso lateral da minha calça de ioga, coloquei-o lentamente em sua mão e o observei mexer nele por um minuto. Quando ele me devolveu, vi que tinha enviado uma mensagem para si mesmo. Não só isso, mas também o nome que ele usou para se salvar. O homem que te faz gritar. Ele se inclinou para frente, capturando meus lábios antes que eu pudesse dizer uma palavra. Minhas pernas queriam ceder sob mim com o puro prazer que seus lábios me traziam. O braço de Lucas envolveu minha cintura, me fundindo a ele e me mantendo ereta. Quando ele se afastou, precisei respirar fundo.
â Vejo você hoje à noite, Olive. â Ele me deu um sorriso largo antes de se endireitar. Empurrou o cabelo para trás novamente. Estou começando a gostar quando ele faz isso. Ele foi embora, sem nunca ter batido no saco que disse ter vindo buscar. Saiu da academia, me lançando um último olhar ao chegar à porta. O canto do lábio dele se contraiu por um segundo antes de ele sair. Deixei meu coração voltar ao ritmo normal antes de ir para o vestiário tomar banho e me trocar.
'Não acredito que você aceitou. Estou tão animada por você!', Hailey gritou depois que contei o que aconteceu com o Lucas.
"Eu também não acredito. Talvez eu devesse mandar uma mensagem para ele dizendo que fiquei doente." Mordi a parte interna da bochecha, ficando nervosa de repente. Detesto ficar nervosa em primeiro encontro. Espera, isso é um primeiro encontro?
'Não!' Hailey pegou meu celular rapidamente antes que eu pudesse mandar qualquer mensagem. Meu celular vibrou em suas mãos. 'Parece que ele está pedindo nosso endereço.' Vi Hailey digitar antes de clicar em enviar. Ela segurou meu celular por mais um instante, antes que eu o pegasse.
"Você não tem graça, Liv. Viva um pouco. Você é uma mulher livre agora. Se quer ficar com o Lucas, então fique com o Lucas. Se quer transar com ele, então transe com ele. Não se preocupe com o que os outros vão dizer", ela me repreendeu.
"à mais como se eu estivesse com medo de que isso signifique mais para mim do que para ele. Hailey, meu coração acabou de partir. Ainda estou me recuperando."
â Então, deixe que ele te cure. Ninguém disse que você precisa se curar sozinha. â Ela agarrou minhas mãos. â Só me prometa que não vai se segurar, pensando demais em tudo.
"Vou tentar."
Hailey e eu ficamos um tempo no apartamento, conversando e assistindo TV juntas. Uma batida na porta nos fez pensar em quem seria. Hailey atendeu, já que provavelmente seria para ela, já que aquele era o apartamento dela.
â Ah? O Lucas te mandou uma coisa. â Hailey sorriu ao voltar com uma grande caixa branca amarrada com um laço elegante e um cartão. â Abra! Estou morrendo. â Peguei o cartão primeiro, precisando saber o que ele tinha dito.
Espero que não se importe, mas escolhi algo para você vestir esta noite. -Lucas
"Ele comprou algo para eu vestir?" Meu coração disparou enquanto desamarrava o laço, abrindo lentamente a caixa. Havia um vestido verde-escuro dobrado cuidadosamente dentro. Puxei-o para fora e vi que era um vestido longo, em corte A, com alças que pendiam dos meus ombros. Havia uma fenda longa na lateral do vestido que ia até o meio da coxa.
"à lindo!" Hailey parecia mais animada do que eu naquele momento. Este vestido me dizia tanta coisa. Primeiro, Ãamos a algum lugar chique. Segundo, Lucas tem dinheiro que eu desconheço. Terceiro, ele achou que eu não tinha nada apropriado para vestir esta noite. E quarto, me disse o quão ruim foi essa ideia. Não sei o que estou fazendo. Estou tão fora do meu alcance aqui.
"Vá tomar banho agora! Estou te arrumando o cabelo e a maquiagem. Você vai chamar a atenção de todos os homens hoje à noite."
Aonde você está me levando, Lucas?
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