Olhei para o homem grande à minha frente, que ofegava. Meu pai foi lutador profissional de MMA na juventude e me ensinou tudo o que sabia, desde que fiz 13 anos. Ele me disse que eu precisava me defender de qualquer cara, não importava o tamanho. Claramente, ele estava certo. Não era a primeira vez que alguém numa balada tentava me maltratar e acabava sendo colocado no lugar dele. Era a primeira vez que eu fazia isso na pista de dança.
Observei os seguranças abrindo caminho pela multidão, tentando chegar até mim. Droga, vou perder minha bolsa se alguém me acusar. Tentei pensar em uma solução adequada, mas o álcool estava atrapalhando minha capacidade de tomar decisões. Eu estava em pânico quando uma mão tatuada familiar agarrou a minha, me puxando pela multidão.
"Vou trazê-la para casa em segurança", Lucas gritou para Hailey enquanto nos guiava pela multidão e saÃmos pela saÃda lateral. "Vamos, precisamos tirar você daqui."
Ele me jogou o capacete da moto enquanto montava na moto. Fiquei ali parada, chocada, por um momento, antes de ouvir os seguranças gritando atrás de nós. Coloquei o capacete e pulei na moto atrás dele. Meu vestido subiu mais do que eu gostaria, praticamente mostrando a todos minha calcinha preta rendada. Lucas nos acelerou, fazendo-me abraçar sua cintura com força para não cair. O tecido fino da minha calcinha não conseguia bloquear as vibrações da moto, o que me fez sentir intensamente o corpo dele ao lado do meu. O vento estava frio e cortante enquanto corrÃamos pelas ruas.
Paramos em frente ao conhecido prédio alto do apartamento dele. Ele estacionou a moto na garagem lateral. Ele chutou o suporte, me deixando saltar da moto. Abaixei o vestido rapidamente antes de tirar o capacete, passando a mão no cabelo para domá-lo. Entreguei o capacete a ele enquanto ele descia. Minha bunda excitada ficou ainda mais excitada enquanto eu o observava tirar o capacete e soltar o cabelo. Droga, ele me deixa molhada só de olhar.
"Achou que ia me levar para casa em segurança?", finalmente falei. Ele riu do meu comentário, com uma expressão divertida nos olhos.
â Sim. Eu te levei para casa em segurança. Para a minha casa. â Ele piscou enquanto passava por mim. Fiquei ali parada, atordoada por um momento, antes de me virar para segui-lo. Eu queria exigir que ele me levasse para casa naquele momento, mas havia algo na ideia de voltar para o apartamento dele e deixá-lo me foder até o dia seguinte que me atraÃa. Segui-o em direção ao elevador que levava ao apartamento dele.
"Então, quando exatamente você planejava me levar para casa?", perguntei enquanto as portas do elevador se fechavam atrás de nós.
"Quando você quiser." Ele se inclinou para a frente, me fazendo dar um passo para trás, batendo-o contra a parede do elevador. Ele estava a poucos centÃmetros de distância, mantendo os olhos fixos nos meus. Ficamos em um momento de tensão até as portas do elevador apitarem, abrindo-se novamente. Ele se virou rapidamente, caminhando pelo longo corredor até seu apartamento. Da última vez que vim, tÃnhamos nos pegado na entrada, então prestei pouca atenção ao que me cercava. Eu estava definitivamente muito mais sóbria do que da última vez. Percebi que os corredores limpos, bem iluminados e lindamente decorados davam uma sensação de luxo. Este lugar deve custar uma fortuna para alugar. Quanto será?
Lucas destrancou a porta e entrou sem me olhar no corredor. Ele deixou a porta aberta, me convidando a entrar. Pensei um pouco, sentindo que talvez devesse dar meia-volta e chamar um Uber para sair dali de novo. à uma péssima ideia, eu sei.
â Você vem? â Lucas colocou a cabeça para fora com uma sobrancelha erguida. â Ou está com muito medo?
Não estou com medo. Entrei no apartamento dele confiante, mesmo não sentindo nada. Ele fechou a porta da frente atrás de mim, trancando a fechadura. Não tem como voltar atrás agora.
"Quer uma bebida?", ele ofereceu enquanto caminhava em direção à cozinha. O lugar era maior do que eu me lembrava. A cozinha tinha todos os eletrodomésticos novos que pareciam ter sido pouco tocados. O lugar tinha um ar moderno, com paredes brancas que faziam o ambiente parecer mais iluminado e maior, mas também vazio. Era como se ele tivesse encenado o lugar para vender, e não para morar.
â Um pouco de água, por favor. Obrigado. â Ele me entregou o copo, bebendo um pouco também. Ele me observava através da borda do copo, o que me deixou constrangido enquanto bebia.
"Onde vocês aprenderam a lutar desse jeito?", ele perguntou, pegando nossas xÃcaras vazias e colocando-as na pia.
"Meu pai me ensinou."
"Sério?" Ele pareceu surpreso.
"Ele era lutador profissional de MMA na casa dos 20 anos. Começou a me dar aulas quando eu tinha 13."
"Impressionante. Acha que consegue me derrubar?" Ele se aproximou, fazendo meu coração disparar de excitação.
â Provavelmente. Os caras sempre confiam demais nas próprias habilidades. â Sorri, brincalhão.
"E se eu te dissesse que luto para viver?" Ele diminuiu a distância entre nós. Baixando a voz sedutoramente.
"Eu diria que é besteira. Suas mãos não bateram em nada ultimamente. Seus nós dos dedos não estão machucados nem sangrando", observei, fazendo-o soltar uma risada.
â Eu gosto bastante de você, Rose. â Ele passou o polegar pelo meu lábio enquanto levantava meu queixo. â Pretendo te foder até o sol nascer, a menos que você me diga o contrário.
Minha respiração ficou presa enquanto meu estômago se revirou. Um calor percorreu minhas pernas com a promessa dele. Eu sabia que ele falava sério e que conseguiria cumprir. Mordi o lábio, encarando aqueles olhos, sabendo que ele esperava que eu dissesse alguma coisa, mas todas as palavras pareciam me escapar. Qual é mesmo a lÃngua inglesa?
"Se você continuar mordendo o lábio, não vou conseguir me conter." Eu sentia o calor do hálito dele nos meus lábios, me deixando com fome de senti-los contra mim. Mordi o lábio novamente como forma de lhe dar permissão. Ele me deu um sorriso sexy antes de colar os lábios nos meus. Suas mãos agarraram meus quadris, me levantando e me colocando na ilha da cozinha. Abri as pernas, permitindo que seu torso passasse entre elas enquanto ele agarrava minha bunda, separando meus lábios com a lÃngua. Deixei que ele explorasse minha boca com um gemido suave. Suas mãos deixaram minha bunda, subindo pelas minhas coxas, levantando meu vestido ao longo do caminho. Ele passou o dedo pela minha fenda úmida, por cima da minha calcinha.
â Você já está tão molhada para mim. â Ele sorriu para mim antes de mordiscar meu lábio. Gemi novamente com o prazer que seus toques e palavras estavam me trazendo. â Quero saber qual é o seu gosto, Rose.
Ele me empurrou delicadamente até que eu estivesse deitada de costas no balcão. Ele puxou minha bunda para a beirada da bancada enquanto tirava minha calcinha. Eu podia sentir o ar frio batendo no meu centro exposto. Sua lÃngua percorreu minha fenda, me fazendo gemer alto. Ele agarrou minhas coxas, aproximando meu centro do seu rosto. Começou a me devorar com maestria.
"Foda-se Lucas", eu gemi, agarrando um punhado de seu cabelo enquanto ele me levava para perto do clÃmax.
Balancei os quadris contra o rosto dele. Ele deslizou o dedo para dentro de mim enquanto sua boca sugava meu clitóris. Pensei que fosse explodir por dentro com o puro prazer que ele estava me proporcionando. Mais algumas investidas do dedo, acompanhadas de mais algumas chupadas, me fizeram cair no auge.
'Merda, estou gozando!', gritei enquanto meu centro se apertava contra o dedo dele dentro de mim. As ondas de prazer percorreram meu corpo enquanto Lucas me lambia até ficar limpa. Eu sabia que ele não tinha terminado comigo e, francamente, eu não queria que ele tivesse terminado.
Ele me puxou para fora da ilha, me pegou pela bunda e me carregou até o sofá. Parece que vamos transar por todo o apartamento. Observei-o tirar a camisa branca, me mostrando aquelas lindas tatuagens e o abdômen definido novamente. Ele se inclinou sobre mim, me beijando, me fazendo sentir meu próprio gosto. Ele puxou as alças do meu vestido dos meus braços, deslizando-o pelo meu corpo até que ele estivesse agora amassado sobre a minha barriga. Eu não estava de sutiã, então Lucas pôde chupar o broto endurecido do meu mamilo instantaneamente. O prazer que senti foi tão intenso que involuntariamente arqueei as costas, empurrando meus seios ainda mais para dentro da boca dele.
"Deus", eu gemi.
"Deus não, querido Lucas." Ele lambeu meu pescoço.
Revirei os olhos com a declaração dele, fazendo-o soltar uma risada singular. Sem pensar duas vezes, ele se levantou, tirando a calça e a boxer, deixando-as no chão. Ele me encarou com um sorriso irônico enquanto conectava a cabeça grossa do seu membro à minha entrada. Ele penetrou fundo em mim com uma estocada rápida e poderosa. A rapidez me pegou de surpresa, me fazendo soltar um grito alto de surpresa. Ele me penetrou rapidamente, fazendo com que nossas peles batessem ruidosamente uma na outra. Enchemos o quarto com uma paisagem sonora sensual dos meus gemidos e seus grunhidos. Cheguei perto rapidamente enquanto ele brincava com meu clitóris com o polegar enquanto me penetrava.
'Não para, Lucas!', gemi ao atingir meu ápice, gozando em cima do pau dele dessa vez. Ele me virou no sofá e se penetrou de novo por trás. Vou ficar dolorida amanhã.
Lucas cumpriu a promessa de me foder a noite toda. Meu corpo estava dolorido e minhas pernas tinham esquecido como funcionar. Eu precisava me levantar e fazer xixi, mas não tinha certeza se conseguiria. Lucas deitou ao meu lado em toda a sua glória nua, com o braço em volta da minha cintura. Ele é tão lindo.
Meus olhos o observaram por um momento antes que minha vontade de fazer xixi superasse o medo de não conseguir andar. Relutantemente, saà da cama quentinha e fui para o banheiro. Eu ainda estava bem nua, mas não me importava de atravessar o quarto dele daquele jeito. Ele tinha visto tudo na noite anterior. Fiz minhas necessidades, finalmente me sentindo aliviada. Depois de lavar as mãos e o rosto, me encarei no espelho e vi meu corpo coberto de chupões roxos. Quando ele fez isso? Eram tantos! Não tinha como escondê-los. Suspirei, abrindo a porta e vi Lucas sentado na cama, encostado na cabeceira. Ele me deu aquele sorrisinho sexy de bunda quando me aproximei.
"Ei, Luke, precisamos conversar." Leo abriu a porta do quarto do Lucas, surpreendendo a todos. Gritei, correndo de volta para o banheiro, sentindo-me absolutamente mortificada por ele ter me visto completamente nua.
'Sinto muito!', Leo gritou rapidamente, fechando a porta com uma batida de surpresa. Eu gemi, cobrindo o rosto com as mãos como se isso pudesse ajudar a apagar o que tinha acontecido.
â Pode sair agora. Ele se foi â Lucas riu de mim da cama.
"Não tem graça", repreendi-o enquanto abria a porta.
Meus olhos percorreram o quarto em busca do meu vestido, mas lembrei que estava na sala, com minha calcinha na cozinha. Fui até as roupas do Lucas, peguei uma de suas camisetas maiores e a vesti. Não perguntei, porque que se dane ele por não ter se certificado de que a porta estava trancada.
"Gostei do jeito que minha camisa ficou em você." Ele arqueou as sobrancelhas sugestivamente.
â Não comece. Acho que não aguento mais você â avisei, erguendo um dedo. Procurei meu celular pelo quarto, mas não estava em lugar nenhum. Lucas riu de novo, achando tudo tão divertido naquela manhã. Ele se levantou, vestiu uma boxer e um moletom. Fiquei grata por ele ter tirado a camisa, me deixando algo delicioso para olhar. SaÃmos do quarto, eu com as bochechas mais rosadas do que antes. Leo estava sentado no sofá onde havÃamos transado três das sete vezes na noite anterior. Engoli em seco, nervosa, enquanto procurava meu vestido pelo quarto.
"Sobre o que você quer conversar, Leo?", perguntou Lucas, indo em direção à cozinha. Ele preparou um bule de café. "Rose". Ele me chamou pelo apelido inventado, jogando minha calcinha para mim. Ele não tinha vergonha nenhuma, e isso estava me envergonhando profundamente. Eu podia sentir o calor subindo às minhas bochechas enquanto meu rubor se intensificava. Leo também assistia à conversa, com as bochechas levemente rosadas de vergonha. Voltei para o quarto para vestir minha calcinha enquanto tentava ouvir o que Leo estava dizendo a Lucas.
â Gostaria que você tivesse me avisado que ela estava aqui. Eu não teria invadido â Leo repreendeu Lucas.
"Não foi para isso que você veio. O que houve?", Lucas perguntou.
â Eu ia pedir para você deixá-la em paz, mas cheguei tarde demais. â Leo suspirou. Ele está falando de mim?
"Por quê?", perguntou Lucas.
"Conversaremos sobre isso mais tarde."
Saà da sala no momento em que meu telefone tocou. Ouvi-o tocar na sala onde Leo estava, mas não o vi. Leo se mexeu, mostrando que meu telefone havia caÃdo entre as almofadas do sofá. O nome de Julius piscava na tela, me fazendo gemer de agitação.
"Está tudo bem?", perguntou Leo, preocupado.
"Ã, simplesmente ótimo." Eu não conseguia olhá-lo nos olhos, ainda envergonhada por ele me ver nua. Lucas tinha chegado por trás de mim sem que eu percebesse, pegando meu celular e vendo o nome. Desde que o Leo clonou meu celular, a foto de contato do Julius ainda mostrava nós dois juntos. Eu ainda não tinha trocado, não tinha pensado muito nisso. Lucas franziu a testa antes de responder à maldita coisa. Fui pegá-lo, mas ele o segurou fora do meu alcance, inclinando-se para longe de mim.
"Alô?", ele respondeu, fazendo meu estômago dar uma cambalhota. Olhei para o Leo pela primeira vez como se pedisse ajuda, mas ele deu de ombros. Revirei os olhos, virando-me para o Lucas, arqueando uma sobrancelha enquanto estendia a mão para que ele me entregasse o telefone. "Sim, espere. Ela está bem aqui."
Ele me entregou o celular com um sorriso maroto, piscando para mim como se fosse tudo brincadeira. Minhas mãos estavam suando, sabendo que Julius me faria um milhão e uma perguntas agora. Nenhuma das quais eu quero responder, ou deveria ter que responder.
"Alô?" Segurei o telefone no ouvido.
"Que porra é essa, Liv! Quem era?" A raiva na voz dele era clara, mesmo através do telefone. Eu conseguia imaginar a cara que ele estava fazendo, já a tinha visto inúmeras vezes ao longo do nosso relacionamento.
"Não é da sua conta", respondi bruscamente.
"De jeito nenhum. Você é minha garota."
"Parei de ser sua garota quando encontrei seu pau bem fundo dentro da Clover. Vai se foder, Julius, e para de me ligar." Desliguei com um grunhido. Julius tinha arruinado qualquer tipo de felicidade que eu ainda tinha naquela manhã. Ele tinha me irritado, assim como Lucas, por atender meu telefone. Não querendo perder mais tempo, peguei meu vestido do sofá e corri para o quarto dele para vesti-lo, sem dizer nada a nenhum dos homens na sala. Preciso sair e ir para a academia. Sinto uma vontade repentina de socar alguma coisa. Nem Lucas nem Leo disseram uma palavra quando voltei vestida com a roupa da noite passada. Queria que este vestido fosse mais comprido.
Mandei uma mensagem para a Hailey enquanto me vestia e chamei um Uber. Não vou ficar aqui por muito mais tempo. O Lucas me prendeu num feitiço que preciso quebrar. Não posso me envolver com um cara como ele. Ele acabaria com meu coração se eu deixasse. Não há nada aqui para mim além de uma boa transa, e preciso me lembrar disso.
â Já vai embora? â perguntou Lucas. Por um segundo, pensei ter visto decepção em seus olhos, mas ela desapareceu num piscar de olhos.
"Sim, preciso ir."
â Desculpe de novo por mais cedo. â Leo abaixou a cabeça. Percebi que ele se sentiu mal por isso. Ele é um cara legal.
"Vamos fingir que nunca aconteceu", eu disse a Leo, mas olhei para Lucas enquanto dizia isso. Talvez fosse melhor se eu conseguisse convencer meu cérebro de que isso nunca aconteceu. A felicidade absoluta que ele me trouxe era um sonho. Lucas fechou o espaço entre nós, segurando meu queixo delicadamente. Ele levantou minha cabeça, então eu estava olhando em seus profundos olhos castanhos. Ele se inclinou, me beijando suavemente. Foi diferente dos milhões de beijos famintos que ele me deu na noite passada. Foi gentil e quente, fazendo meu coração palpitar no peito.
"Adeus, Rose", ele sussurrou para mim, antes de ir se sentar com Leo no sofá, sem me olhar mais.
Não sei por que isso me enfureceu, mas enfureceu. Verifiquei duas vezes para ter certeza de que tinha tudo antes de sair. à melhor esperar o Uber lá fora do que ficar aqui dentro com ele. Não disse nada ao sair, batendo a porta sem querer. Não posso deixar isso acontecer de novo.
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