Um homem tão bonito, por que ele falou as palavras assim?!
E aquele que estava ao seu lado, seria que não tinha boca? Não sabia dizer uma palavra?
âNão finja que está morto. Fale!â
Carlos bateu a cinza do cigarro e, obediente, disse uma palavra, âSaia Fora!â
Todos ficavam â???!!!â
O riso no recinto parou abruptamente.
Carolina ââ¦â¦â
Não conseguindo manter a pose, seu rosto ficava ainda mais vermelho.
Com os dentes cerrados, ela se virou e saiu!
Contar com ele para salvá-la? ImpossÃvel!
Ela preferiria um confronto direto com Morgan até o fim.
Bah! Morgan, aquele velho pervertido, não valia a pena ela arriscar a vida.
Ela poderia fazer com que ele perca a linhagem hoje mesmo!
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Morgan estava perambulando pelo corredor há um tempo, ligando para seus seguranças checarem as câmeras de segurança para ver onde Carolina poderia ter se escondido.
De repente, ele viu Carolina e soltou uma risada maliciosa, âNão precisa checar as câmeras. Aqui a encontrei!â
Carolina mordeu os lábios e começou a correr, levando-o em direção ao canto.
Ela se preocupava que Tânia e os três pequenos saÃssem e se assustasse com a cena, então ela queria levá-lo para um canto, aplicar-lhe duas injeções e eliminar o problema para todo mundo!
Mas assim que ela chegou ao canto, foi bloqueada pelos seguranças de Morgan.
Morgan, ofegante, correu até ela e agarrou seu cabelo, praguejando, âSua vadia, ainda tenta fugir?!â
Carolina sentiu dor e soltou um chute.
Não conseguindo acertar Morgan, ela pisou no topo do seu sapato.
Morgan começou a gritar de dor, enfurecido. Então ele apertou o pescoço de Carolina contra a parede com tanta força, como se quisesse estrangulála.
Os dois seguranças apenas observavam friamente.
âProcurem um quarto vazio. Vou acabar com ela aqui mesmo!â
Os seguranças acenaram com a cabeça e partiram.
Carolina tinha dificuldade para respirar, e seu rosto ficava vermelho de raiva.
Escória! Você acabou!
âO que está acontecendo aqui?â
Carolina olhou na direção da voz e viu um rosto familiar.
Henrique.
Henrique correu até lá, surpreso ao ver Carolina, âCarolina?!?â
Carolina lentamente guardou a agulha de prata, olhando para ele em busca de ajuda.
Henrique forçou a mão de Morgan e protegeu Carolina atrás dele, âSr. Morgan, o que está fazendo?!â
Morgan, ainda com raiva, rebateu, âQuem é você?!â
âSou o diretor geral do Grupo Carvalho, Henrique.â
âDo Grupo Carvalho? Ah, então você é o tal homem que se casou com a famÃlia Carvalho.â
Henrique franziu a testa. Um brilho feroz passou pelo canto dos olhos e ele disse, controlando a raiva, âVocê provavelmente bebeu demais. Por favor, por consideração a mim, deixe-a ir. Ela é minha irmã.â
Henrique era o marido de Helena Carvalho e irmão deles.
âConsideração a você? Quem é você? Nem se seu sogro aparecesse aqui eu daria a cara a tapa. Fora, fora, fora.â
Morgan tentou empurrar Henrique, mas não conseguiu, sendo em vez disso agarrado pelo pulso por Henrique.
Henrique era muito mais alto que ele, agarrou firmemente seu pulso, franzindo a testa e dizendo palavra por palavra, âSr. Morgan, você pode não dar importância à famÃlia Carvalho, mas será que dá importância à famÃlia Belo?