CapÃtulo 121 âRelaxa, deixa comigo.â Tina bateu no peito com convicção. Quando se tratava de encarar Helena, ela estava sempre pronta para a ação.
Ãngela Alves sorriu com malicia.
Helena havia a encurralado, mas ela não ficaria de braços cruzados esperando o fim.
Embora o que fez hoje não fosse muito ético, em nome da equipe, ela estava disposta a arriscar.
Em tempos extremos, medidas extremas devem ser tomadas.
Ela não poderia desapontar aqueles que confiavam nela!
O sustento de todos dependia dela!
Depois de beber duas latas de cerveja, Tina ficou completamente bêbada e desabou sobre a mesa, imóvel.
Ãngela Alves ficou atordoada.
Sra. Silva deveria pelo menos ter levado um segurança com ela, o que fazer agora?
Ela segurou a testa, pensativa, e decidiu ligar para o grande chefe.
âSr⦠Sr. Martins, eu e a Sra. Silva estamos no Restaurante Mar, ela está bêbada. Você pode mandar alguém buscáâla? Ah, e⦠por favor, pode pagar a conta também?â
Do outro lado da linha, houve um silêncio, seguido por uma voz sombria: âEntendido.â
Logo, Kevin chegou, pagou a conta e ajudou Tina a entrar no carro.
âGerente Alves, o Sr. Martins pediu que você vá ao escritório dele assim que chegar.â
âAh.â Ãngela Alves encolheu os ombros, sabendo bem que o grande chefe iria repreendêâla. Parecia que até pelo telefone, era possÃvel sentir uma aura gelada emanando.
De volta à empresa, ela mandou uma mensagem pelo WhatsApp para Felipe.
[Sr. Martins, eu estive no seu escritório de manhã, receio que não seja bom ir lá novamente à tarde.
Se houver algo, podemos falar por aqui?]
Sem resposta por um bom tempo, ela presumiu que ele não se importava em lhe dar atenção.
Ela sorriu astutamente, não era tola o suficiente para ir lá apenas para ser repreendida.
Mas ela esqueceu que alguém tinha todo o tempo do mundo para lidar com ela, e não havia escapatória!
Chegando ao seu apartamento, ela viu o homem sentado no sofá, com uma expressão fria e sombria.
17-161 Capitulo 121 Ela estremeceu. âEstou tão cansada hoje, acho que you dormir um pouco.â
Com isso, ela correu para o quarto como um ratinho assustado.
Mas antes de chegar à porta, Felipe a pegou pela orelha.
âAi, al, ai!â Ela sentiu sua orelhinha sendo torcida.
Felipe apertou com um pouco mais de força, aquela orelha que não obedecia, que ouvia por um lado e esquecia pelo outro, precisava de uma boa lição.
âVocê não se lembrou de nenhuma das minhas proibições, não é?â
Angela Alves queria chorar, soluçando.
âEu só almocei com a Sra. Silva hoje, não fiz nada de errado!â
Felipe soltou e deu um tapinha na cabeça dela. âSe aproximar demais de Tina já é un grande errolâ
Angela Alves tocou a cabeça e esfregou a orelha avermelhada, com um olhar de injustiçada. âEla não podia ver você, estava de mau humor e queria que eu jantasse com ela e lhe fizesse confidências, eu não podia recusar. Afinal, ela é sua noiva, e eu não queria criar conflitos.â
Felipe ficou irritado. âVocê não tem um pingo de senso de perigo?â
Ãngela Alves certamente tinha, ela protegeria a criança.
E aquele almoço não foi em vão; ela descobriu muitos segredos.
Se Tina não estivesse bêbada, certamente não teria sido tão âfrancaâ.
âEntendo suas preocupações, você teme que Tina descubra sobre a criança, serei cuidadosa. Ainda não estou mostrando, só a barriga que está um pouco saliente, ninguém suspeitaria de gravidez.â
Ela olhou para ele seriamente, com um brilho astuto nos olhos. âAlém disso, eu disse a ela que devido a uma cirurgia de aborto, desenvolvi miomas uterinos, então quando a barriga aparecer, vou dizer que é o mioma crescendo.â.
Felipe ficou ao mesmo tempo frustrado e divertido.
Miomas uterinos?
Ela tinha imaginação!
âDe qualquer forma, você não pode se aproximar demais de Tina.â
âEu sei, sei me controlar.â Ela fez uma careta.
Como se ela soubesse! Felipe lançouâlhe um olhar severo. Essa peça imprevisÃvel e difÃcil de controlar realmente o deixava ansioso.
âVocê não estava cansada? Por que não vai dormir? Vou a chamar quando for hora de comer.â