â Bookmark This Website Dulcia deu um sobressalto e, instintivamente, olhou para trás.
viu a senhora angustiada, lutando para se levantar, estendendo a mão em sua direção: âTisha, volta!â
âSenhora, o Srta. Fernandes ainda está fora do paÃs em uma viagem de negócios, ele voltará em breve haha, vamos nos sentar e sentar â¦â¦â
Tisha?
Dulcia olhou para a anciã.
De repente, lembrou-se de quem ela era.
Essa era a velha senhora da famÃlia de Ferreira que era tão poderosa na época que era quase igual a Leira.
Inesperadamente, Lynn tinha um talento nato para encontrar parentes.
Depois de voltar ao paÃs, encontrou um pai e agora uma bisavó.
Dulcia lançou um olhar complicado em direção a Lynn.
Masâ¦
Dulcia olhou para o velho que estava sendo afastado.
Sra. Ferreira, provavelmente a única pessoa que a famÃlia de Ferreira já havia usado seu coração por LetÃcia Fernandes, não era?
Caminhando para o fim da vida e ainda assim procurando por Tisha.
LetÃcia Fernandes mergulhou em um longo silêncio depois de ouvir o que Dulcia disse.
âMamãe!â
Lynn lavou as mãos e saiu correndo novamente.
Abraçando a perna de LetÃcia Fernandes novamente, ela olhou para LetÃcia Fernandes fascinada.
âLynn, a mamãe ouviu dizer que você tem contado histórias para as vovós no hospital?â LetÃcia Fernandes perguntou, agachando-se.
âSim!â Lynn assentiu com a cabeça. âA vovó está tão sozinha, está quase partindo.â
Lynn já tinha visto a morte de alguns animais.
LetÃcia Fernandes também havia lhe dado uma boa educação sobre a morte.
Então, ela sabia o que era morrer.
âPor que Lynn quis contar uma história para a vovó?â LetÃcia Fernandes acariciou seu rostinho.
âNo colo da vovó tinha um livro de contos de fadas, o mesmo que a mamãe usa para contar histórias pra Lynn antes de dormir. Lynn sabe todas as histórias, e como a vovó não pode ler, e Lynn tinha tempo, decidiu contar para ela.â Lynn respondeu com doçura e seriedade.
LetÃcia Fernandes olhou para ela.
Ela sorriu com alegria.
Lynn tinha sido como um pequeno sol desde que ela era uma garotinha.
Sempre calorosa, sempre querendo passar esse calor para os outros.
âLynn é incrÃvel.â LetÃcia Fernandes elogiou calorosamente.
Os olhos de Lynn brilharam: âse Lynn é tão incrÃvel, posso ter um presente?â
Não era como se Lynn precisasse de presentes.
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Ela quase nunca pedia nada.
âo que você quer?â LetÃcia Fernandes perguntou, curiosa.
âUm celular!â Lynn respondeu sem hesitar. âCom um celular, Lynn pode ligar para a mamãe a qualquer hora.â
E o tio bonito!
âNa melhor das hipóteses, eu lhe comprarei um relógio de criança!â Dulcia cutucou a nuca de Lynn:
âQue tipo de criança de cinco anos tem um telefone celular!â
Lynn olhou para Dulcia com ressentimento.
Madrinha malvada!
Ela desviou o olhar, fazendo uma carinha de pena para LetÃcia Fernandes.
âVocê ainda é muito pequena para ter um celular, pense em outra coisa?â LetÃcia Fernandes sugeriu gentilmente.
Lynn baixou a cabeça, desanimada.
Ela sabia que acabaria assim â¦â¦
âMamãe, vá trabalhar, eu vou convencer minha irmã.â YiYi veio por trás.
âSim, obrigada, filho.â LetÃcia Fernandes acariciou a cabeça de Lynn, deu algumas instruções a Dulcia e saiu.
Assim que ela se foi.
Lynn e Dulcia se enfrentaram.
Uma grande e uma pequena, uma alta e uma baixa, segurando seus braços e olhando uma para a outra.
âPara que você quer um celular?â Dulcia perguntou.
Com a facilidade de entrar em contato com a mamãe, por que ela não tinha pensado nisso antes?
âLynn não vai lhe contar até que você esteja melhor!â
Lynn grunhiu, segurando os braços e girando a cabeça com teimosia.